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O que está faltando para as feiras de rua de São Paulo serem referência em experiência?

  • Laine Silveira
  • 20 de mar.
  • 3 min de leitura

Entenda como visitantes, expositores e promotores ganham mais quando a experiência de feira é projetada de forma colaborativa e inteligente.

São Paulo tem mais de 3.700 eventos registrados por ano. Feiras culturais, gastronômicas, de design, de artesanato. Toda semana, aos milhares, pessoas atravessam a cidade para estar nesses espaços.

O espaço está montado. O público está lá. A disposição de gastar também.

Mas alguma coisa entre a chegada e a compra se perde — e ninguém ainda parou para mapear com seriedade o que é.

Três lados de uma mesma feira. Três experiências muito diferentes.

O promotor quer que o espaço funcione, que o público venha e que a próxima edição seja maior. O expositor quer que o investimento no aluguel, no produto e na estrutura se pague — e que o visitante perceba o valor do que ele criou. O visitante quer descobrir algo novo, viver uma experiência boa e voltar para casa com a sensação de que valeu o sábado.

Esses três objetivos são completamente compatíveis. O problema é que nunca foram projetados juntos.

O que está travando cada lado

Para o visitante: fila sem previsão na área de alimentação, produtos parecidos sem nenhuma razão clara para escolher um em vez do outro, preço que parece alto porque a história por trás dele nunca foi contada. Ele passa, olha, elogia — e vai embora sem comprar.

Para o expositor: o empreendedor que acredita no produto, investe na presença e volta para casa sem entender por que as vendas não aconteceram. Sem dados, sem contato do visitante, sem forma de avisar que lançou algo novo. Cada edição começa do zero.

Para o promotor: um público cada vez mais exigente — que compra no iFood, usa Pix em dois segundos e filtra produto por avaliação antes de sair de casa — e que está chegando com uma expectativa de experiência que o ambiente físico ainda não entrega. A feira que não evolui perde relevância. Lentamente — mas perde.

O que São Paulo tem que nenhuma outra cidade do Brasil tem

Diversidade cultural real. Público sofisticado e curioso. Uma tradição de feiras que atravessa gerações. E um ecossistema de empreendedores criativos que usam esses espaços para lançar marcas, testar produtos e construir negócios.

São Paulo já é o maior palco de feiras urbanas do Brasil. O que falta é transformar esse palco numa referência — onde cada edição aprende com a anterior, onde o expositor tem dados reais para decidir, onde o visitante encontra experiências que valem o deslocamento e onde o promotor entrega um evento que se diferencia pela experiência, não só pelo espaço.

Isso não é utopia. É um projeto.

O que muda quando a experiência é projetada de forma colaborativa

Não é sobre instalar tecnologia numa barraca. É sobre entender como os três lados vivem a feira — e projetar interações que sejam fluidas, divertidas e inteligentes para todos eles ao mesmo tempo.

Para o visitante: uma jornada que faz sentido desde a chegada — com navegação clara, contexto para os produtos e momentos que surpreendem.

Para o expositor: ferramentas simples para contar a história do produto, capturar o contato de quem se interessou e entender o que funcionou e o que não funcionou em cada edição.

Para o promotor: um evento que as pessoas escolhem repetir — e recomendam.

Isso é UX Humanation: colocar o comportamento humano real no centro antes de qualquer decisão de projeto.

UX Phygital: o modelo que ainda não existe — e que São Paulo está pronto para ter

A DAYA UX está desenvolvendo uma solução phygital para feiras culturais e gastronômicas em São Paulo — pensada para os três lados ao mesmo tempo.

Uma solução que integra narrativa do produto, experiência no espaço e relacionamento com o visitante — de forma colaborativa, acessível e escalável.

Se você é expositor, organiza uma associação de expositores, promove feiras ou patrocina eventos urbanos e quer fazer parte do projeto piloto, essa conversa começa agora.

Quer entender como o UX Phygital pode transformar a experiência da sua feira — para todo mundo que faz parte dela?

Conheça o UX Phygital — DAYA UX.

 
 
 

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